Mana a luz da bem aventurança
Sob o fulgor revérbero dos astros,
Nos galhos luzidos d'anuência
Que o Sol [in amor] narra aos fastos.
Agradecido & agraciado
Sou: em poder cadenciar tal dança.
E esse ‘existir’ abençoado
Que o dissabor mental não balança –
Me faz saudar o lindo passarinho,
Dar risada com o belo pinheiro,
Brincalhar com as etéreas fadas;
E sei que, há de, o mundo inteiro
Saborear profícuo tantinho
Desse estado de tamanha graça!

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